quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Nós estamos aqui: O pálido ponto azul

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Kléber Albuquerque - show de lançamento


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Quantas vidas?


O Ben Thomas de Will Smith, personagem central desse filme conduzido pelo número 7, considerado mágico e poderoso, chega a me deixar com aquela dorzinha no coração. A tristeza que ele interpreta é tão densa, tão angustiante que o expectador, sem perceber, passa a respirar tão pesado quanto o personagem, sentindo-se também acuado pela dor dele.

Particularmente, acho Sete Vidas (Seven Pounds/2008) um daqueles filmes que nos doem, mas que sempre acabamos assistindo novamente. Ainda outro dia, assistindo um episódio de um seriado médico, vi o excelente Mandi Patinkin fazendo belamente exatamente o que Will Smith faz em Sete Vidas. Se no seriado foi difícil de aceitar, apesar de estar claro que o personagem tinha de fazer o que escolheu, no filme a estranheza é ainda mais pulsante. O personagem de Patinkin diz à filha, mediante a recusa dela em aceitar sua escolha que “uma coisa é se suicidar e outra é escolher a morte”.


A eutanásia não é o tema de Sete Vidas. Na verdade, é a vida que acaba sendo celebrada, do começo ao fim. Triste é ver que a tristeza de Ben começa a se dissipar, justamente quando seu plano está para ser executado. E apesar de a sua escolha oferecer resultados positivos para as sete pessoas que ele escolheu, não há como descartar a inquietude provocada pela dor de Ben.

Gabriele Muccino, diretor de Sete Vidas, também dirigiu o belíssimo Em busca da felicidade (The Pursuit of Hapinness/2006), também estreado por Will Smith.

Não há como contar muito sobre o filme, pois ele é dos para ser descoberto a cada cena. Melhor assisti-lo... Eu certamente o farei mais vezes.


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Frank Mora na 33ª Mostra Internacional de Cinema


No longa de estréia do diretor Frank Mora, Ponto de Virada, dez personalidades do mundo dos esportes e da cultura são convidadas a responder à questão: “qual foi o dia que mudou a sua vida?”. Impossível a quem assiste ao filme não se voltar sobre sua própria história e também reconstruir este momento raro. E esta talvez seja a grande provocação do documentário. O espectador é naturalmente convidado a ser o décimo primeiro entrevistado. Ao acompanhar as respostas fica-se tentado a imaginar como responder qual teria sido o momento que mudou a vida de cada um de nós.

Os participantes do filme são o escritor Marcelo Rubens Paiva, o músico Kiko Zambianchi, o autor e diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa, a diretora de cinema Tata Amaral, o ator Milhem Cortáz, o maestro Júlio Medaglia, os esportistas Raí e Éder Jofre, o cartunista Laerte e o radialista Daniel Daibem.




link do site da mostra:
http://www.mostra.org/exib_diretor.php?filme=141&language=pt

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Novo disco de Kléber Albuquerque


Já saiu o disco do compositor e cantor Kléber Albuquerque. Para quem quiser saber um pouco mais sobre o novo trabalho deste artista, que vem se destacando como dos mais inspirados compositores brasileiros, leia mais sobre o CD Só o amor constrói no site Crônica do Dia:

http://crondia.blogspot.com/2009/10/so-o-amor-constroi-carla-dias.html

sábado, 17 de outubro de 2009

Dummy


Publicado originalmente no site
Crônica do Dia, em  08/02/04

Quando assisti ao Pães e Rosas (Bread and Roses/2001 |  Ken Loach), não encontrei nele o Adrien Brody do filme O Pianista (The Pianist/2002 | Roman Polanski). Mesmo tratando de um tema tão difícil como a Segunda Guerra Mundial e a invasão da Varsóvia pelos alemães, além da restrição aos judeus poloneses pelos nazistas, O Pianista é poesia do começo ao fim, talvez por ter sido baseado nas memórias do pianista polonês Wladyslaw Szpilman, um sobrevivente, e por ter sido magnificamente interpretado por Brody.

Pães e Rosas é um filme fantástico sobre pessoas comuns tentando sobreviver, imigrantes que trabalham nos Estados Unidos sem que os seus direitos trabalhistas sejam respeitados. É nesta hora que o sindicato entra em cena, trazendo um Brody que apresenta aos imigrantes a opção de ir à luta, e as conseqüências disso geram os momentos mais tensos do filme, que gira em torno da personagem vivida por Pilar Padilla, quem o faz belamente.


Tão fascinante quanto nestes dois filmes que tratam de temas tão difíceis, é a atuação de Brody no hilário Dummy — Um Amor Diferente (Dummy/2002 | Greg Pritikin), uma mistura de comédia, drama e romance que nos prende do começo ao fim, levando-nos até mesmo a refletir sobre os nossos próprios embaraços.

A ideia de uma pessoa completamente desgostosa com a vida e desacreditada pela família que resolve ser ventríloquo já é interessante. Quando Steven, personagem vivido por Brody, vai a uma agência de empregos e se oferece como ventríloquo, conquistando a atendente que se transforma na paixão da sua vida, o filme se torna engraçado e apaixonante.

A amizade entre Steven e a tresloucada da Fangora, uma punk líder de banda vivida por Milla Jojovich, nos faz achar que o impossível acontece e, em pouco tempo, o impossível se apresenta provável. Assim como Steven, Fangora não se encaixa no mundo convencional. E Jojovich construiu o personagem belamente. Ela que já foi a Joana D'Arc de Luc Besson, e enfrentou sérios questionamentos sobre o seu talento, prova, mais uma vez, que é ótima em papéis extravagantes, como aqueles que viveu nos filmes O Quinto Elemento (The Fifth Element/1997 | Luc Besson) e O Hotel de Um Milhão de Dólares (The Million Dollar Hotel/2001 | Wim Wenders). E o que Fangora faz para conseguir tocar no casamento que a irmã de Steven está 'produzindo'... É bárbaro!

A relação entre Steven e o seu boneco é a mesma que muitos de nós temos com a vida. Tudo de sério, belo, honesto e que dá medo de dizer, quem diz é o boneco, como se através dele não fosse tolo dizer certas coisas, revelar certos segredos, como se ele, Steven, estivesse imune às conseqüências do que o boneco revelava. E Steven passa o filme todo brigando com ele mesmo através do seu inseparável amigo e, sem querer, se encontrando.

Brody está fantástico em Dummy e divertidíssimo. Definitivamente, trata-se de um ator versátil e talentoso, capaz de desempenhar qualquer papel como se estivesse vivendo a sua própria vida.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Abismo Poente


Conheci Whisner Fraga passando cheque sem fundo pra ele... Pois é...

Havia duas coisas, em 1998, com as quais estava aprendendo a lidar: conta em banco e me enturmar no cenário literário. Nesse ano, o Whisner organizou uma antologia de contos para a Blocos Editora, naquele sistema de o autor colaborar financeiramente com o feito. Bom, eu colaborei com um conto e também com um cheque sem fundo. Mas foi apenas descuido de principiante. Paguei a conta e ganhei um amigo.

Mais do que um amigo, tornei-me apreciadora das obras desse autor. De Seres e Sombras, passando por inéditos que – agradecidamente - recebo por e-mail para matar a vontade de lê-lo, pelo belíssimo O Livro dos Verbos, chegando ao atual Abismo Poente. As obras de Whisner Fraga mostram um autor plural.

Primeiro que meu lado poeta não se fez de rogado e adorou o título. Depois, Abismo Poente - uma coletânea de contos que, na verdade, pode ser lida como um romance – se mostrou uma obra muito bem construída, capaz de levar o leitor a uma viagem intrigante e interessante pela cultura dos imigrantes libaneses, numa linguagem tão intimista que permite que nos embrenhemos na trama como se a assistíssemos pela janela.

Particularmente, muito me encanta a forma como Whisner tece metáforas. Há nesse fazer um enriquecimento poético em Abismo Poente, numa prosa que desvela desafetos, descuidos, maledicências, estrangeirismo até mesmo quando se chama a terra onde se pisa de lar. A pessoa quem se ama de lar.

Chegar ao âmago do ser humano, ainda antes de lhe alcançar a bondade, o amor e a compaixão, é tarefa para poucos. Whisner Fraga é um desses poucos. E Abismo Poente é uma das provas.


Chroma: Music on the edge


No início dos anos 90, assisti ao vídeo, em VHS mesmo, do show Chroma – Music On The Edge. Meu conhecimento sobre a música instrumental ainda era parco, de iniciante de tudo, mas isso não evitou que eu me encantasse completamente por esse trabalho.

Chroma é um projeto que conta com músicos muito talentosos e benquistos no cenário da música instrumental: Jim Beard (piano/sintetizadores), Bob Berg (sax), Randy Brecker (trumpete), Mike Stern (guitarra), Jon Herington (guitarra/vocais), Mark Egan (baixo), Dennis Chambers (bateria), Mino Cinelu (percussão/vocais/vocoder), Mark Ledford (vocais/marimba/trumpete/teclados/percussão) e Cecilia Engelhart (backing vocals). Infelizmente, em 2002, Bob Berg sofreu um acidente de carro e faleceu.

Neste show estão músicos que passei a admirar profundamente ao conhecer mais da sua música. Mark Ledford tive o prazer de assistir no show do guitarrista Pat Matheny, aqui no Brasil, há alguns anos.

Depois de Chroma, tornei-me fã do guitarrista Mike Stern. Comprei CDs, assisti a outros shows em vídeo. Do baterista Dennis Chambers eu já conhecia a carreira e, claro, já tinha me apaixonado pela música dele há tempos.

Em 1994, através da empresa onde trabalho, colaborei com a produção do workshop de Mike Stern, aqui em São Paulo. Obviamente, senti-me com um sonho realizado. Além do mais, também produzimos o workshop com um baterista fantástico: Dave Weckl. Mais um sonho realizado.

Sonhos são bacanas, principalmente quando se realizam. Em 1998, produzimos show e workshops do Mike Stern Trio, contando com Dennis Chambers na bateria e Lincoln Goines no baixo.

Chroma ainda é referência de boa música para mim. Sempre assisto ao show, pensando em como este projeto elucidou a forma do fusion. O texto de Bill Milkowski inserido no vídeo e CD diz: Houve um tempo, há vinte anos ou mais, no qual a música tinha um limite. Ela foi possuída por um espírito renegado. Havia um elemento de perigo nisso. Correndo riscos, cruzando fronteiras, fazendo descobertas. Os próprios músicos não tinham um nome para este som híbrido. Eles apenas tocavam, deixando prevalecer a atitude de “vamos fazer algo diferente”. Era o Cream encontrando Coltrane. Era Jimi (Hendrix) tocando com Miles (Davis), jazzistas descobrindo a força do rock, roqueiros capturando o espírito do jazz. A isso se deu o nome de FUSION.

Sugiro aos que nunca assistiram este vídeo que o faça. Vale a viagem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Livros em Revista - Entrevista com Carla Dias e Debora Barbieri

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Coisas de Sting


Sting é um grande instrumentista, inspirado letrista, um músico de ótimas qualidades. Um dos discos dele que mais gosto foi lançado em 1993. Apesar do tempo que separa o lançamento do agora, este é um disco atual.

Ten Summoner’s Tales traz uma série de músicas belíssimas, com arranjos impecáveis. Também a riqueza rítmica me seduziu, não só por ser fã de carteirinha do baterista que participou deste projeto, Vinnie Colaiuta, mas também pela arquitetura musical idealizada por Sting.

A primeira vez que ouvi as canções desse trabalho, não foi em CD. O DVD Ten Summoner’s Tales pode trazer o mesmo material que o CD, mas certo é ter os dois. Filmado na casa de Sting, Lake House, em Wiltshire, Inglaterra, o DVD traz versões ao vivo, além de momentos interessantíssimos entre os músicos.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Across The Universe


Eu não sou conhecedora dos The Beatles como alguns que eu conheço. Na verdade, comecei a me aprofundar na obra deles, depois de ouvir todos os discos, ano passado, e compreender a genialidade, os belíssimos arranjos e as instigantes letras que seduzem milhões e há décadas.

Permiti-me seduzir... Finalmente, alguns amigos alegaram. Finalmente, posso alegar.

Depois dos discos, veio o conhecimento sobre as mais interessantes versões de hits da banda. Incrível como os mocinhos de Liverpool criaram canções capazes de permanecer tão atuais. E foi aí que cheguei a um fantástico musical: Across The Universe.



Lançado em 2007, este filme é uma obra-prima, mesmo se considerado pelo meu parco conhecimento sobre The Beatles. Se eu não conhecesse nenhuma canção apresentada no filme, certamente me apaixonaria por ele assim mesmo, e no ato!

A história de Across The Universe é muito bem costurada às cenas musicais, misturando-se o enredo de forma tão intensa que as músicas parecem surgir, como se fossem a trilha sonora da trama. Não sentimos aquele quê de “agora é hora da música” que nos desconecta da história e muitas vezes nos aborrece em fórmulas prontas de musicais não tão bem produzidos.


Há momentos especiais, como as participações de Joe Cocker em Come Together e de Bono Vox em I am the Walrus. Sem contar as presenças marcantes de Dana Fuchs e Martin Luther.


Com um elenco de primeira, atores e intérpretes, entre eles Evan Rachel Wood interpretando Lucy e Jim Sturgess como Jude, e a visão moderna da diretora Julie Taymor, Across The Universe certamente nos oferece uma viagem fantástica pelo tão fantástico quanto mundo de John, Paul, George e Ringo.


Quatro Minutos


Hoje passarei na locadora. Quem sabe, depois de alguns pedidos, eles já tenham recebido o filme que desejo assistir novamente. Não... Ele não é nada fácil de digerir, porém tem aquela beleza bruta que toda dolência oferece. E a gente se apaixona justo por aqueles momentos em que as personagens principais se rendem ao afeto que nasce entre elas, apesar da relutância, das suas biografias desgrenhadas.

Assisti Quatro Minutos num canal de TV a cabo, há alguns meses. Vier Minuten (2006 | Chris Kraus), nome de batismo do dito, ele que é oriundo da Alemanha, fala sobre duas mulheres: uma jovem, brincado de cabra-cega com vida à beira do abismo, e uma já senhora, com a história de vida embrenhada nas rugas que enfeitam a sua feição dura.

Nada na vida dessas mulheres remete à leveza. O filme se passa, quase inteiro, dentro de uma prisão feminina, na qual Traude Krüger (Monica Bleibtreu) leciona piano e Jenny von Loeben (Hannah Herzsprung), um talento musical voraz, cumpre pena por assassinato.


É justamente a música que consegue nos lembrar da humanidade dessas pessoas envolvidas com seus crimes, suas carências, a autoria de vidas desamparadas. O piano na sala de concreto fria, à mercê da realidade; os dedos de Jenny dançando ora rasteiros ora lânguidos pelo piano, enfrentando a austeridade da professora. Em alguns momentos, torcemos para elas se dispam das suas reservas, das tolas proteções, e demonstrem um pouco que seja de carinho uma pela outra. Não que o carinho não exista.

Belíssimo filme, com duas atrizes fantásticas, e uma cena final que me deixou muito emocionada. Só gostaria de saber se é a própria Hannah Herzsprung quem toca o piano. As cenas dela ao piano são um misto de exuberância, raiva, ritmo e paixão.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Carla Dias e Debora Barbieri no Livros em Revista

Assista, ao vivo, no programa Livros em Revista, a entrevista de Carla Dias e Debora Barbieri sobre o livro Os estranhos, da [sic] editorial. Quinta-feira, dia 24 de setembro, às 15h na ClicTV - clictv.uol.com.br.

Clique na imagem abaixo para conferir o flyer.



segunda-feira, 14 de setembro de 2009

NUMB3RS

Há algum tempo que venho observando a matemática de uma maneira diferente. Que ela faz parte do nosso cotidiano, bem sabemos. Seja aprendendo música ou dirigindo uma empresa, eles estão lá: os números. O que é possível se alcançar com eles não são apenas resultados, mas também todo o processo que nos leva até eles e, muitas vezes, há como transformá-los em história a ser contada.

Foi pensando na matemática como uma forma de resolver mistérios, além de todas as funções que já lhe cabem, que foi criada uma série que conheci ano passado, mas que somente neste ano comecei a assistir, desde o início. Numb3rs entrará na sua 6ª temporada e estou quase no fim da quinta. De duas semanas até hoje, assisti quase 3 temporadas, fascinada pelo universo de Don e Charles Epps.

Don é um respeitado agente do FBI que conta com a colaboração de seu irmão Charles, um gênio da matemática, para resolver crimes. Apesar de este ser o tema central da série, como a matemática pode ser eficaz para definir trajetórias, calcular próximos eventos, localizar os bandidos e por aí vai, Numb3rs prioriza também o relacionamento conturbado, porém extremamente respeitoso, entre os irmãos, o pai, Alan, assim como com os companheiros de trabalho no FBI, onde Don coordena sua equipe, e na universidade onde Charles é professor.

A 6ª temporada estreará nos Estados Unidos em setembro, pela CBS. No Brasil, Numb3rs é transmitida pela A&M.

Site oficial: http://www.cbs.com/primetime/numb3rs

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Querido Mundo - Temporada no Teatro Cleide Yáconis

De 12 de setembro a 08 de novembro, você poderá conferir o espetáculo Querido Mundo no Teatro Cleide Yáconis, no Shopping Silvio Romero Tatuapé.

Confira o site do espetáculo: www.queridomundo.com.br.

Leia artigo publicado no Talhe sobre o espetáculo, clicando AQUI.

QUERIDO MUNDO
De 12 de setembro a 08 de novembro

Teatro Cleide Yáconis
Shopping Silvio Romero Tatuapé
Tel: 2093-2464
Rua Coelho Lisboa, 334 - Pça Silvio Romero / SP
700 metros do Metro Tatuapé

Bilheteria de terça a domingo a partir das 14h
200 lugares

Janis Joplin

Hoje publiquei uma crônica no site Crônica do Dia sobre Janis Joplin, ou melhor, sobre o que essa intérprete significa para mim.
Quem quiser conferir: http://www.patio.com.br/cronica.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Bobby McFerrin no World Science Festival 2009

Em sua passagem pelo World Science Festival, em 2009, o músico Bobby McFerrin mostra a força da escala pentatônica com a colaboração do público presente.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

STAND - The lads make great music!

The most exciting thing about the internet is the way one can use it as an efficient tool to find out the best of the things we love. If you´re open minded you can expand your universe of ideas, as well as feeding your soul, by going to a specific subject´s web site. You can also do what everybody does: To "google" your curiosities.

There’s not a more democratic place than the internet. It’s true, we may also need to make the most accurate judgment once internet places the best as well as the worst.

I’ve meet some great musicians and writers through the internet. With many of them I became good friends and since then, their artistic language has been a part of my life. Sometimes I find them, sometimes they find me.

One of the outstanding bands I knew lately - thanks to internet - was the Irish Stand, formed by Carl Dowling (drums/percussion), Alan Doyle (voice/guitar), Neil Eurelle (voice/bass) and David Walsh (guitar/keyboards).

The first Stand’s song I listened was Slave to the weekend and I was immediately praised. The lyrics make me wonder about the time we waste just being a sketch of the person we could be. From the dazzling melody to Carl’s syncopated drumming, this song is like a leap in the dark. I also can’t forget to mention that Alan’s voice is perfect for this combination of good music and inherent lyric

Alan and Neil share the main vocals from Stand’s repertory. On Hang me Neil leads the song bringing smooth backing vocals, which help to create an almost melancholic atmosphere. It’s a meaningful song. Walking with ghosts is one of the several Stand’s tunes very inspired compositions, one that can draw the band’s musical biography, as well as Dressed to kill, Questions, Retro Generation, and the beautiful Laying Low.

Stand - Slave to the Weekend


Click HERE to check the Slave to the Weekend's lyric.



David and Carl are the Stand’s primary songwriters, as long as all the other members contributions. Together with Neil, they formed the Stand, later on; Dave invited his cousin Alan, once he was already familiar with his singing.

Stand had already released five albums, Correspondent (1999), Beautiful Grey (2001), Intervals (2002), Transmissions (2005) and the refreshing Travel Light (2007) and they are already working on a new one.

Nowadays, once armed with the right media tools and money sponsor, anybody can be called an ‘artist’ and make lots of money for the people involved in this process. Success is good as well as the money, but the audience knows who comes to stay and Stand did, because their music is genuine, powerful and it’s clear that these guys really like to do what they do.

Stand has been working to take their music to worldwide, using the internet as partner in this process, besides touring other countries.

Ireland can be Stand’s birthplace, but certainly the world is the stage they deserve.

You can check information about Stand and listen to their songs on:

Official Web Site: www.standland.com
Myspace:
www.myspace.com/standland
Reverb Nation: www.reverbnation.com/stand
Facebook: www.facebook.com/stand4


Stand - Little Sweet Lucifer



English version reviewed by Daniel Oliveira. Click HERE to check the Portuguese version.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Um ano sem LeRoi Moore

No dia 19 de agosto de 2008, a morte levou pela mão o membro fundador e saxofonista da Dave Mathews Band, LeRoi Moore. Hoje, quando se completa 1 ano da sua ausência, a presença desse artista é celebrada, assim como a gratidão pela sua contribuição com a sua música é eminente.


Beatriz Azevedo

O site Crônica do Dia traz hoje um texto sobre a compositora, cantora, poeta e atriz Beatriz Azevedo.

Confira: www.patio.com.br/cronica.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Batuka! Brasil 2009... Como foi?


Se você quer saber o que aconteceu na 11 edição do festival Batuka! Brasil, visite o site atualizado:

www.batukabrasil.com.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Dona Maria!


Eu me deparei com esse disco e, desde então, não paro de descobrir qualidades nele.

Maria Gadú já é um nome conhecido, com música em trilha de novela e tudo o mais. Só que eu não ando muito no dial dos hits, então demorei mais para saber dela. E foi assim, uma coincidência providencial.


Num momento em que muitas moças acreditam piamente que são ótimas intérpretes e compositoras exemplares, Maria Gadú chega sendo e não apenas acreditando ser. A voz peculiar, capaz de nos acompanhar pela graça e pelo delírio de sua música, e o violão afinado com a poesia das letras, carregam uma irreverência necessária para conquistar ouvintes que querem mais, muito mais que sucessos fabricados.

No auge dos seus 22 anos de idade, Maria Gadú promete e, ainda bem, tem tudo para cumprir essa promessa.

terça-feira, 28 de julho de 2009

MENTAL


Séries que lidam com a mente humana me interessam. Sou das que aprecia um bom drama psicológico, com bons diálogos e questões a serem resolvidas que, mesmo sem solução, nos levam a algum tipo de reflexão.

A crueza da mente, e todos os mistérios que ela abarca, é sim de despertar não só curiosidade, mas também cultivar certo entendimento com os nossos próprios desvarios.

MENTAL é uma série que muito me atrai. Dr. Jack Gallagher (Chris Vance) é um personagem atraente em muitos aspectos. O constante sorriso nem sempre demonstra satisfação e a forma nada tradicional com a qual lida com os casos apresentados do departamento de saúde mental do hospital Wharton Memorial causa uma inquietação muito interessante nos membros da sua equipe.


Curioso é que o Hospital Wharton Memorial fica em Los Angeles, California, mas as gravações da série acontecem na Colômbia.

Quando uma série médica consegue traçar um paralelo entre as vidas de seus personagens e os casos apresentados, sem ser óbvia demais ou tratar o telespectador como um perfeito idiota, certamente ela irá conquistar seu público, o que MENTAL vem fazendo, desde sua estreia. O fato de o Dr. Gallagher ter uma irmã gêmea esquizofrênica, Becky, que tem distúrbios mentais e está morando nas ruas, em algum lugar onde ele não sabe onde, dá à trama uma dose necessária de intimidade com o protagonista. Os telefonemas que ele recebe de Becky, única ligação entre eles, e nos quais ela não diz uma palavra, antecede o que pode vir a se tornar um ótimo enredo para muitos episódios de MENTAL.

HORÁRIOS FOX: quarta (22h00); quinta (04h00); sexta (13h00); sábado (00h00); domingo (15h00); segunda (05h00).

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Batuka! Brasil 2009

Clique na imagem acima e confira o flyer do Batuka! Brasil International Drum Fest. Aproveite e navegue pelo site oficial do festival: www.batukabrasil.com.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Big Whiskey and the GrooGrux King


Estou no site Pandora Radio ouvindo o novo CD da Dave Matthews Band, Big Whiskey and the GrooGrux King, que será lançado oficialmente na próxima terça-feira, dia 02 de junho.

No Pandora você pode ouvir as músicas e optar pela compra antecipada. A pré-venda termina amanhã, 29/05. Então, se alguém estiver a fim, dê uma passada por lá: www.pandoraradio.com/davematthewsband.

Particularmente, adorei este CD. As músicas são ótimas, as letras seguem com aquele quê de “adivinhe o que eu disse”, e a banda, como sempre, mas com algo mais, está afinadíssima.
Vou ouvir mais um pouco, antes de escrever sobre o CD, ok?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O fim de LIFE

Fica registrado aqui o meu desapontamento pelo cancelamento da série LIFE, uma das mais consistentes e bem escritas dos últimos tempos.

Uma pena o imediatismo, que impera no reino das séries, não permita que programas de alto nível como LIFE permaneçam no ar por mais de duas temporadas.

Fico aqui com o coração apertado, certa de que o desfecho da segunda temporada ofereceria uma terceira ainda mais interessante.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Lançamento do livro Abismo Poente, de Whisner Fraga


Ontem fui ao lançamento do livro de contos Abismo Poente, de Whisner Fraga.

Autor que está entre os meus favoritos, tanto na prosa quanto na poesia – e amigo muito querido -, ele esteve em São Paulo, na Livraria da Vila, para o lançamento

Não consegui sair mais cedo do trabalho, então cheguei e as leituras já tinham sido feitas pelas atrizes Christiane Tricerri e Martha Nowill, mas tive tempo de acompanhar o bate papo entre os presentes, e o Whisner falando sobre o seu fazer literário.

Quem quiser pode conferir o blog Cidade Devolvida, onde o Whisner comenta sobre o lançamento:

http://www.cidadedevolvida.blogspot.com.

Tô por aqui!

Olá!

Estou viva e continuo com a jornada sou louca por: cinema, televisão, música, literatura e etc e tal.
Logo terei textos novos para o Talhe, mas enquanto isso, que tal conferir um blog de mocinhas sem medo nenhum de dizer o que pensam?

http://divinascadelas.blogspot.com.

Até!

quinta-feira, 26 de março de 2009

O operário - Peripécias da Insônia


Pedi indicação de filme para sair um pouco da lista de desejos cinematográficos pessoal. O atendente da locadora disse que era bom, que não tinha a ver com o Batman. Eu, particularmente, lembro-me dele, com certa nostalgia e admiração, como o garoto Jim Graham do belíssimo Império do Sol (Empire of the Sun – 1987), dirigido por Steven Spielberg. Christian Bale, naquela época, já tinha esse olhar de quem enxerga além e, vez ou outra, vira a gente do avesso.



Obviamente, sua biografia – assim como a nossa - vem sendo construída com o tempo. Porém, apesar do que é divulgado sobre sua vida pessoal, não há como revogar o mérito que lhe cabe por ser um ator capaz de encarar desafios, vide o inefável Patrick Bateman de Psicopata Americano (American Psycho – 2000) .



O filme que o atendente da locadora me indicou me reservaria outras surpresas. Eu gosto do Christian Bale, mas nunca acompanhei atentamente sua carreira, o que me levou a assistir O Operário (The Machinist – 2004) somente anos depois de seu lançamento.

O Operário foi o primeiro projeto que Brad Anderson apenas dirigiu. Dos filmes que escreveu e dirigiu, Feliz Coincidência (Happy Accidents – 2000) com Marisa Tomei e Vincent D’Onofrio está entre os meus preferidos.

Se o garoto de Império do Sol me encanta ainda hoje pela forma como lida com a realidade da guerra, Trevor Resnik, personagem do filme O Operário, me fez desviar o olhar da tela, algumas vezes, antes de me concentrar no filme e me deixar levar por ele.

A história de um homem que não dorme há um ano e que no seu trabalho opera um maquinário pesado, foi escrita por Scott Kosar, que estava ciente da dificuldade de transformá-la em filme. A peculiaridade do personagem Resnik, que pontuava a trama, era a magreza... Na verdade, Kasar o descrevia como esqueleto ambulante. Bale se identificou tanto com o roteiro que perdeu 28 quilos para viver Trevor Risnik, misturando aos ingredientes da trama o aspecto visual tão requisitado no roteiro. É impressionante quão cadavérico Bale ficou para se transformar em Risnik.



Mas O Operário não depende exclusivamente da façanha física de Bale para ser surpreendente. Certamente, isso colaborou, e muito, para que compreendêssemos a dimensão do filme. Porém, o roteiro bem elaborado e a direção de Brad Anderson ofereceram um ambiente ideal para que Bale interpretasse Risnik com toda gama de problemas causados pela insônia, convidando-nos para entrar na realidade distorcida de um personagem que se revela extremamente interessante ao lidar com suas culpas.


segunda-feira, 23 de março de 2009

Amigos de Copo

Pessoas!

O Jander Minesso, um amigo muito querido, criou um Blog com suas tirinhas.
Vale a visita: http://amigos-de-copo.blogspot.com.

terça-feira, 10 de março de 2009

Querido Mundo

Lembro-me bem da primeira vez em que assisti ao espetáculo Querido Mundo. Foi num sábado, na companhia e a convite de um casal de amigos, no Teatro Gazeta, em São Paulo. Dia 08 de abril de 2006.

Até esse dia, eu assistira apenas a dois espetáculos teatrais na minha vida. Um deles foi na época ginásio, para um trabalho de escola. Era uma peça com o Antonio Fagundes, mas não me lembro do conteúdo, tampouco do título. Acho que, nesse dia, eu estava distraída demais para as revelações. O outro foi Oeste , com Fábio Assunção e Otávio Muller. Enfim, eu era uma analfabeta no assunto.

Fato é que esse primeiro passeio meu pelo Querido Mundo de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, tão belamente construído por Maximiliana Reis e Jarbas Homem de Mello, e dirigido por Rubens Ewald Filho, foi o meu despertar para a arte de se contar histórias no teatro. Desde então, minha atenção a essa linguagem artística é outra, muito mais aguçada, assanhada até, assim como a curiosidade sobre a arquitetura dos espetáculos, onde nascem os temas, quando, com que roupas, quais adaptações, quais olhares, os tons, os silêncios. Palavras, pessoas, palco, cenografia, figurino, e por aí vai.



Querido Mundo conta a história do encontro entre Elza (Maximiliana Reis) e Osvaldo (Jarbas Homem de Mello), vizinhos que acabam confinados um à presença do outro, por conta de um acidente provocado por Gilberto, marido de Elza.

A sala da casa de Elza se torna o cenário dessa comédia sobre pessoas que, apesar de viverem tragédias pessoais das mais diversas, ainda olham a vida com bons olhos. É justamente essa tenacidade - senão teimosia - em sobreviver aos descasos e desafetos, que tornam esses personagens tão profundos na simplicidade de suas biografias.

Na verdade, o tom da comédia apenas nos remete ao que o brasileiro faz de melhor: levanta, sacode a poeira e, ainda que demore um pouco, dá a volta por cima. E se público gargalha diante do desajeito de Elza ao desfiar o fim já ancestral de seu casamento, ou observando os tiques de um Osvaldo perdido nos reprises de cenas de um relacionamento falido, não significa que não compreenda o peso dos seus infortúnios. Fica claro que Elza e Osvaldo são sobreviventes de si mesmos, das suas escolhas e das que a vida lhes impôs, em contrapartida. E essa mesma faceta burlesca é que aponta para o que mais emociona na história deles: o reconhecimento de um no outro. O cultivo de um afeto capaz de tirá-los da solidão, até então, assistida pelos seus companheiros.



Querido Mundo é um ótimo espetáculo e inspirador pela combinação de texto muito bem escrito e atuações prestigiosas de Maximiliana e Jarbas. É um convite para que o espectador compreenda que, na dor ou na alegria, a vida anseia por mudanças.

As pessoas anseiam por elas.


Querido Mundo
A partir de 13 de março de 2009
Curta temporada

Teatro Gazeta
Av. Paulista, 900 –Térreo
Próximo ao metrô Trianon-Masp (São Paulo)
www.teatrogazeta.com.br

Sexta: 21h30
Sábados: 20h
Domingos: 18h
50% de desconto para estudantes, aposentados e cliente Porto Seguro.

Maiores informações:11.3253.4102 / 3251.2327


Site oficial: www.queridomundo.com.br

Imagens: reprodução

sexta-feira, 6 de março de 2009

Enquanto Betty não vem...

Há filmes que não saem da nossa cabeça, mesmo com o passar dos anos, até mesmo das décadas. Alguns deles sequer frequentaram as passarelas das salas de cinema, nem mesmo caíram no gosto popular. Alguns os definem Cult, e eles acabam nas seções de Arte das locadoras. Particularmente, eu sempre questionei o que leva um filme a ser de Arte, já que considero arte o fazer cinema. Recebi muitas respostas e nenhuma me convenceu: baixo orçamento, europeu, ninguém entende, com temas pesados, lento demais, esquisito, e por aí vai.

Foi em uma prateleirinha dessas ditas de Arte que conheci muitos dos filmes que tenho como ‘de cabeceira’ e que, acredito completamente, poderiam desfilar em qualquer das prateleiras sem fazer feio. Uma pena que um rótulo mistifique essas obras que, ao contrário do que pregam desinformados atendentes de locadoras, podem apresentar ao cinéfilo em construção um universo de linguagem plural, ao invés de contadores de bilheterias.

No começo dos anos 90, ouvi falar muito de um filme que se tornou, durante alguns anos da minha vida, uma busca sem fim. Ao ouvir um amigo falar sobre Betty Blue (Betty Blue - 37°2 le matin / 1986) fiquei, de cara, com vontade de conferir essa figura que me pareceu, diante do monólogo do meu amigo a respeito dela, uma incógnita interessante de se tentar decifrar. O detalhe ficou por conta de onde ele assistiu o filme. Naquela época, TV a cabo não era para pessoas como eu, poucos tinham acesso a esse serviço. Mas isso não me afetou, a princípio, por isso peguei minha vontade de conferir o filme e fui caçá-lo nas locadoras.

Betty Blue, com roteiro e direção de Jean-Jacques Beineix, fora lançado em vídeo (VHS, meus caros...) nessa época. O pessoal da locadora da qual eu era cliente disse que conhecia o filme, que talvez, quem sabe, logo mais, essa semana não, quem sabe na próxima, e assim os meses foram passando – e eu passando em várias outras locadoras à procura do filme - e minha vontade de assistir ao filme aumentando.

Na falta do vídeo, pesquisei e descobri que se tratava de um filme baseado no livro 37°2 le matin, do escritor Philippe Djian.

Ler o livro foi uma forma de, ao contrário do que eu esperava, assanhar ainda mais a vontade de assistir ao filme. Se Betty já se tornara personagem fixo da minha busca, o que dizer do seu par romântico Zorg, vivido por um ator do qual já admirava muito o trabalho, o Jean-Hughes Anglade?

Muito tempo depois, e eu já ciente do que viria, pois lera o livro, Betty Blue chegou às locadoras. O livro mexera muito comigo, pois a história de Betty e Zorg desfila sem pudores pela solidão inicial do zelador de bangalôs que, ao se tornar amante da bela Betty, também se envolve numa série de loucuras orquestradas pela moça. E nem pense que isso diminui o amor que Zorg cultiva por ela.

Betty oferece a Zorg algo que ele jamais tivera: a sensação de ser realmente bom em algo. Betty decide que um manuscrito de Zorg, já várias vezes rejeitado por editores, é uma obra-prima e deve ser publicado. No mundo dos outros que não o dela, isso geraria reclamações, decepções,, questionamentos. No universo criado por Betty, a coisa fica um tanto ácida.

A fúria crescente de Betty combinada às cenas de sexo com Zorg, e o amor dele confuso e assustado, o dela quase uma tempestade, fazem de Betty Blue um retrato dos relacionamentos onde predominam solidão e loucura. Vale lembrar que a versão lançada em DVD é a do diretor.

Ler o livro me permitiu mergulhar no filme com muito mais liberdade. Betty Blue vale nas duas formas: livro e filme, sendo digno de qualquer prateleira. E da minha cabeceira.